Tesouras várias 😊

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Eis que cresce, sem grande definição 😊

Margaret Sherry "Christmas cuties" (kit)
Até me atrevi a usar os fios dourado e prateado que vêm com o kit!
Continuam as caminhadas, matinais, em época de cumprimento das regras do estado que nos limita a todos (por boa causa, é certo, diminuição de contágios).
No sábado, numas das rotundas da terra, o primeiro sinal de luzes de Natal (se ficarem só por aqui, não vão animar nada a época festiva que se aproxima):



Dizem algures na net que:
"16º aniversário: Bodas de Safira ou Turmalina
Tal como a safira, que é encontrada na natureza e lapidada para poder ser utilizada em jóias, também o casamento aos 16 anos foi lapidado diariamente, pelas alegrias e tristezas, tornando-se precioso e brilhante como uma jóia rara. Entretanto, as várias cores da safira representam as diversas etapas do amor e os níveis ao qual foram elevados, resultando em algo imponente e valioso."

(volta o ponto cruz...)
Já por aqui afirmei várias vezes que os meus amigos sabem que, quando em viagem, me podem sempre trazer livros e revistas de e sobre o ponto cruz, que eu fico eternamente grata 😊.
E houve quem me surpreendesse ainda mais, já que encontrou um kit da Margaret Sherry e me ofereceu o mesmo (Muito obrigada 😊).
Tinha prometido a mim mesma que iria tentar sempre ter apenas um projecto em mãos e tenho guardado diferentes esquemas e projectos, em fila, para fazer após terminar outros. No entanto, esta pandemia mudou esse meu princípio: tinha começado em 2019 o "Japão" da Thea Governeur... entretanto não resisti a começar a "onda do Hokusai", um kit do Museu Britânico... mas olhei para a prateleira onde guardo esquemas e kits, em semana de tele-trabalho, e não resisti, a mão fugiu-me para o kit "Christmas cuties" da Margaret Sherry e está em execução. Convém referir que esta designer tem a particularidade de usar o "ponto atrás" para realçar os seus esquemas. Para já, no que fiz, tenho umas manchas de diversas cores, mas no final vai ficar um mimo 😊.


Diz-se que uma imagem vale mil palavras. Eu continuo a preferir os livros e as suas palavras escritas, mas acho que uma ilustração aqui e ali ajuda 😊
Assim é com um dos livros que leio por casa, de "Histórias de Natal" de diversos autores portugueses. Acabei o conto do Urbano Tavares Rodrigues, "A Samarra", com ilustrações de Cipriano Dourado, que capturou na perfeição a família que é o centro do conto:




Umberto Eco / Jean-Claude Carrière
“Não Contem com o Fim dos Livros”
(Pág. 263)
Gradiva


Pelos caminhos da minha terra, cheia de marcas outonais