Quino (1932-2020)

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Edith Head é, de longe, a estilista de cinema que mais admiro!
Estes 13 mn. permitem ficar com uma boa ideia da sua carreira, personalidade e algumas criações!
Durante a semana também calcorreio caminhos, especialmente à hora de almoço, já que a zona de lojas e restaurantes onde posso ir fica a alguma distância. Não deixo, no entanto, de olhar à minha volta e no regresso de almoço, ontem, apeteceu-me mesmo soprar (😊), mas depois não poderia ficar a olhar para os caminhos que o vento faria este dente-de-leão percorrer:

Aproveitei, no sábado, para andar um bocadito pela Rua da Prata, Rua Augusta, Rua do Ouro (Áurea, de seu verdadeiro nome, eu sei) e até espreitei o Terreiro do Paço. Mas foi na da Prata que me surpreendi verdadeiramente, com a seguinte placa indicativa de rua (em pedra, o que é pouco habitual):


No sábado, os meus passos levaram-me à Baixa de Lisboa.
De manhã, pela fresca, já se vêem turistas novamente a passear (há quem cobre 15 euros por volta a pé por Lisboa, por locais ligados a escândalos... escandaloso!). Saio na estação do Rossio (comboio cheio, escadas rolantes atafulhadas, ala pela escada, degrau a degrau até cá abaixo), atravesso directa ao meu primeiro destino (Rua Barros Queirós, igual ao pré-covid, mesmo de manhã) e estaco ao pé do Teatro Nacional:



... depois de uma ausência (desde Junho que nada se publica por aqui de ponto cruz, quem diria????)
Pela primeira vez, em muitos anos, tenho dois quadros em mãos para fazer. Pode parecer estranho, mas ambos são "japoneses". Neste momento, aquele em que tenho feito mais pontos é a "Onda" do Hokusai, um kit do Museu Britânico, que me foi amavelmente oferecido pela minha amiga Arline (um dia ainda nos vamos conhecer, diz o rapaz cá de casa). Depois da enormidade de cores com que tenho trabalhado no "Japão" de Thea Governeur, é um prazer voltar a usar oito a dez cores .


