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Ponto Aqui! Ponto Acolá!

Ponto cruz, com uns retoques de cinema e umas pinceladas de livros

Ponto Aqui! Ponto Acolá!

Ponto cruz, com uns retoques de cinema e umas pinceladas de livros

Palácio de Quelus vs Tomás Alcaide

20
Mar19
 
Em visita dominical ao belo Palácio de Queluz e seus jardins, impossível não lembrar uma cena de um filme de que os meus pais falavam sempre: o Tomás Alcaide, tenor lírico, a cantar "O Amor é Cego e Vê", nos canais que existem nos jardins do Palácio.
 
 
E se toda a vida achei que era no "Camões" (de 1946, concorrente à primeira edição do Festival de Cannes), em pesquisa para este post aprendi que afinal foi no "Bocage" (de 1936), também do Leitão de Barros. Li que o filme está perdido, ou pelo menos a sua banda sonora.

Aconselho a visita a este belo espaço.

Onde vai o meu WIP...

18
Mar19
A 25 de Janeiro estava assim:
 
 
Quase dois meses depois e com uns erros pelo meio, que obrigaram a desfazer e voltar a fazer alguns dos símbolos, eis o andamento do meu trabalho em mãos:
 


O meu objectivo era saber se não me tinha enganado na contagem e me faltava tecido em baixo (o que se tornaria um bocadinho complicado), mas não, afinal ainda sei contar!

(Começado a 18/08/2018)

Modas e Crochet

15
Mar19
Se havia algo que a minha mãe apreciava particularmente era ver os desfiles, ou partes de desfiles, que nas respectivas épocas do ano as TVs lhe proporcionavam, enquanto modista. Ensinou-nos assim a olhar mais profundamente para os "aparentemente simples" modelos de roupa que desfilavam, combinações de cores, calçado, etc. Se hoje sei apreciar um drapeado ou plissado, um vestido "construído" num corpo, a ela o devo. Isso e muito mais, claro. 
 
O que ela ia gostar de ver a foto que reproduzo abaixo, de uma linha de calçado deste ano, de uma montra da Av. da Liberdade:
Parabéns mãe!

Um exemplo dos seus belos trabalhos em crochet, que lhe ocupavam os dias, depois de largar as costuras:

Uma porta num museu...

13
Mar19
Andávamos a falar em fazer uma visita ao Museu de Arte Popular desde o Natal, porque tenho algumas figuras parecidas com umas que tinha visto lá muito antes do encerramento/obras/nova abertura e queria vê-las novamente/fotografá-las. Encontrámos um museu praticamente vazio, com três exposições temporárias, de poucas peças, num enorme espaço. Fiquei muito decepcionada e só não resmunguei a manhã inteira, porque foi de borla e pude ver os magníficos painéis pintados na parede, obra de diversos pintores nacionais, como Carlos Botelho ou Eduardo Anahory, aquando da feitura do Pavilhão para a Exposição de Mundo Português. Todo o restante espólio está no Museu de Etnografia, para visita sob reserva, o que quer que tal seja. Fica para um próximo fim-de-semana.
 
Uma das poucas peças que sobrou...

 

A Vida de Pi / The Life of Pi

01
Mar19
Durante anos resisti a ver a "Vida de Pi" que sempre identifiquei como o filme do tigre no bote. No entanto, graças à sua repetição este ano, enquanto filme dos Oscars e porque como diz o rapaz cá de casa, um filme do Ang Lee é sempre de se ver, assisti à sua exibição num canal do cabo.
Ao fim de meia dúzia de minutos já todas as minhas reticências tinham caído por terra, muito graças ao actor Irrfan Khan, que representa o Pi (de seu nome completo "Piscine Molitor Patel")  em adulto.
 


Se ainda não tiver visto, não perca a oportunidade. Se já tiver visto... reveja!