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Ponto Aqui! Ponto Acolá!

Ponto cruz, com uns retoques de cinema e umas pinceladas de livros

Ponto Aqui! Ponto Acolá!

Ponto cruz, com uns retoques de cinema e umas pinceladas de livros

Boa praia...

31
Ago18
Num Verão, que até ao meio de Agosto parecia mais uma Primavera envergonhada, nada como lembrar as antigas modas à beira-mar. 
 
Uma ida à arrecadação trouxe-me uma mão cheia de memórias, entre elas estas duas viagens à praia no ano de 1933, nos meses de Agosto e Setembro:
Agosto 1933
Ao meio a Avó Perpétua, o miúdo de boina é o meu pai Edmundo
e a miúda de chapéu de palha a minha Tia Virgínia.
 
Costa de Caparica - Setembro 1933
Ao meio o Avô Daniel e a Avó Perpétua

Diário de um quadro...

29
Ago18
Recentemente, terminei um dos quadros que completa a "trilogia" "Bienvenue" (de "Le Bonheur des Dames"), já que fiz o mês de Novembro (para marcar o mês do nosso casamento), o de Março (o do meu nascimento) e o de Junho (o do nascimento do cavaleiro andante). Demorei algum tempo a acabar este último, fica aqui o Diário do seu andamento, graças às fotos que fui colocando no Instagram:

Maio

Junho

Julho (15, 23 e 31)

Agosto (04 e 12)

16/08/2018 - Só falta a moldura!

Postais...

24
Ago18
Os postais que mais gosto (e que sempre gostei de enviar), dos locais que visito, são os que nos permitem várias vistas da cidade onde nos encontramos. 
Uma das agradáveis surpresas "pompidouanas" é a magnífica vista de Paris que permite, seja de perto com os seus pontos de interesse, como a Fonte Stravinsky (de 1983, dos escultores Jean Tinguely e Niki de Saint Phalle), quer de longe, já que se podem ver alguns dos seus icónicos Monumentos, em pontos distintos da cidade.

Fica o meu postal do Pompidou (de 2006):

Outros gostos...

22
Ago18
Já por aqui falei diversas vezes da importância que os meus pais tiveram na minha formação, não só enquanto ser humano, mas a nível cultural também.
 
Ao meu pai acho que fui buscar o gosto pelos papéis (já que guardo de tudo um pouco, para memória futura), pelos livros, que sempre existiram lá por casa, mas também por ver outros desportos, num país em que há um que parece ser rei. Já os selos foram outra das suas paixões, esta não herdada.
 

Parabéns pai (hoje teria que soprar imensas velas!)

Os cafés onde se podia ler...

17
Ago18
Se, como eu, viveu a adolescência no fim dos anos setenta, princípio dos oitenta, os cafés fizeram parte integrante da  sua vida, de certeza absoluta!
Em Algés havia dois em especial, o Caravela e a Tá-Mar. O primeiro para, aos fins-de-semana, ir ver os programas de tops musicais já que em casa, o Edmundo tomava posse de um dos canais de televisão e nada o demovia, por mais que se pedisse, onde havia sempre aquele evento desportivo ou filme que estava primeiro que a música barulhenta (dizia ele) que a filha ouvia.
A Tá-Mar, às tardes de semana, quando as aulas acabavam e nada mais havia a fazer, com discussões animadas sobre os factos da vida e do momento, que hoje já estão esquecidos.
Não me lembro de alguma vez por lá me terem proibído de ler um livro ou o jornal, enquanto esperávamos por alguém ou por algum programa.
Este fim de semana, já neste século do politicamente correcto, num conhecido local de cultura lisboeta, que tem no seu jardim um café/pastelaria/gelataria, encaro com a imagem abaixo, não só nas mesas, mas escarrapachado também nos suportes de guardanapo:
Confesso que foi com algum receio que tirei do saco os livros que levava para emprestar a quem se ia connosco encontrar, não fosse decidirem fazer cumprir escrupulosamente a "proibição".

Será que só o consumo interessa na vida?
Nos cafés do século passado sempre fizémos as duas coisas: consumir e ler!

 
PN Lima


P.S. Obrigada MR pelo belo marcador!

Canal St. Martin

15
Ago18
Um dos passeios mais interessantes que demos, de barco, foi pelo Canal St. Martin que atravessa Paris. Começa-se perto da Bastilha, navega-se um bom bocado em túnel e desemboca-se numa zona cheia de comportas, onde até o alcatrão é obrigado a girar para deixar o barco passar. A quem passeie por Paris, esta é uma bela forma de ver um outro lado da cidade.
 

Fotos PNLima 2006

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