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Ponto Aqui! Ponto Acolá!

Ponto cruz, com uns retoques de cinema e umas pinceladas de livros

Ponto Aqui! Ponto Acolá!

Ponto cruz, com uns retoques de cinema e umas pinceladas de livros

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31
Mar16

Sendo leitora, sei a importância que tem marcar o sítio do livro em que se vai, para não perder o fio à história.

 
Por aí, entre amigos, foram distribuídos uns quantos marcadores, de diversos modelos (apresento dois, um a "biblioteca", que tem que ser melhorada no que diz respeito ao tecido em que foi feita e o outro "books are the magic") nos quais variava a cor das riscas de moldura, ora em tons de vermelho, ora em tons de verde, por vezes a acertar até na cor do clube de quem o recebia.

Nada difícil de executar (esquemas descobertos num daqueles sites de gráficos grátis) e apreciados por quem recebeu.

La Vie en Rose

29
Mar16

Ouço rádio enquanto trabalho e quantas e quantas vezes os primeiros acordes de La Vie en Rose me transportaram de imediato para a atmosfera parisiense ("o sonho comanda a vida")? Daí a lembrar-me de outras melodias de Piaff, como  "Milord" ou "Non Rien de Rien", é um instante. 


 
Tudo isto para falar de "La Môme" / "La Vie en Rose", a vida da Edith Piaff, que revimos recentemente em DVD. Reticentes aquando da estreia, por causa das críticas desfavoráveis, a vontade de ir ao cinema e o termos estado a ver a Ute Lemper a cantar "Milord", fez-nos escolher o "La Vie en Rose". Ainda bem que assim foi, porque descobrimos a forma comovente como Olivier Dahan (para nós um perfeito desconhecido enquanto realizador) filma a vida do "pardal" (Piaff é o nome dado aos pardais na terra de origem de Edith).
 
Com uma vida difícil (para não dizer miserável) desde a infância, que incluiu viver numa casa com lanterna vermelha à porta, pertencente à avó, onde o seu pai a deixou com tenra idade (na qual tem por protectora Titine, interpretada pela belissima Emmanuelle Seigner, uma das "senhoras" da casa), às tarefas que tem que cumprir enquanto acompanhante do pai circence, Edith Piaff é descoberta aos vinte anos em Paris, por Louis Leplée (um fabuloso Gerard Depardieu, aqui em papel secundário), dono de um cabaret, enaquanto cantava numa das suas muitas esquinas.

Optando por uma narração através de flash-backs, o realizador Olivier Dahan oferece-nos a ascensão e queda (esta física) da maior cantora francesa de todos os tempos. O papel de Piaff é interpretado por Marion Coutillard (que se deu a conhecer na série de filmes "Taxi", produzidos por Luc Besson, embora esteja inesquecível no "Les Petits Mouchoirs").



Fabulosa reconstrução de todas as décadas do séc. XX em que viveu Piaff, desde a sua infância, assim como a caracterização feita a Marion Coutillard, desde os vinte anos, até à sua morte. Destacamos também a componente física desta actriz ao construir a sua personagem, sobretudo nos últimos momentos, já que aqui se tem a verdadeira sensação de quanto de "pardal" teve a vida desta mulher, pela fragilidade que a envolve.


Para além de Depardieu, enquanto Louis Leplée, o empresário que foi a sua rampa de lançamento e de Raymond Asso (Marc Barbé), compositor responsável pela sua perfeita dicção, distinguimos também alguns dos secundários que a acompanham em toda a sua vida, fazendo parte do seu núcleo "duro" de amigos e sua "entourage" empresarial: Sylvie Testud, como Mômone, durante alguns anos a sua melhor amiga de festas e "copos"; Pascal Greggory, Louis Barrier, seu secretário, eternamente enamorado e nunca correspondido; Caroline Reinaud como Ginou, sua assistente.


Ficamos a saber durante este filme que, embora fossem inúmeros os amores de Piaf, o grande amor da sua vida foi o pugilista Marcel Cerdan (Jean-Pierre Martins). É numa das noites que Edith Piaff está com Marcel Cerdan, em Nova Iorque, após um dos seus espectáculos, que se lhe dirige Marlene Dietrich (Caroline Sihol), para lhe dizer o quanto a sua voz e o que ela canta a transportaram para Paris, ainda que por breves momentos.


Marcel morreu num desastre de avião, a caminho de um encontro com Edith Piaff, começando aí o seu verdadeiro declínio físico.
 
 
Mais que não fosse pelas magnificas canções de Piaff, aconselhávamos a que este filme fosse visto, a forma comovente como a sua vida é retratada merece, sem sombra de dúvida, a sua (re)descoberta.
 
Realizador: Olivier Dahan / Origem: França / Ano: 2007 / Duração: 140 min

Actores: Marion Cotillard, Sylvie Testud, Pascal Greggory, Emanuelle Seigner, Gerard Depardieu

Ainda a Páscoa... Audrey Hepburn: Moon River (de Henry Mancini e Johnny Mercer) em Breakfast at Tiffany

28
Mar16

O coelho da Páscoa trouxe-me esta prenda no cesto. Um filme magnífico, com uma actriz fabulosa, que nos proporcionou uma tarde de Páscoa extremamente bem passada.
E ao contrário do que acontece em "My Fair Lady", aqui Audrey Hepburn não é dobrada. Mesmo que não aprecie a história e só goste de moda, vale a pena ver este filme pelo magnífico guarda-roupa de Givenchy.

Sacos para Pijamas

27
Mar16
 

Quando as ideias escasseiam, para se oferecer a quem nos parece já ter tudo, inventa-se. Os meus trabalhos por vezes recorrem à invenção, é verdade! 
 
Com a ajuda preciosa da minha mãe, inventámos estes sacos para pijama, para os tios que viajavam para todo o lado e que já (aparentemente) tinham de um tudo.
 
Personalizados com a inicial e debruados com fita de xadrez, em que o verde da letra combinava com a fita.

Páscoa...

20
Mar16
Ouvi recentemente (e também acho) que a Páscoa este ano é muito cedo. Habituados que estamos a que seja sempre algures em Abril, o calendário pregou-nos a surpresa de a trazer para o mês de Março.


Continuo a gostar de escrever às pessoas que gosto e se as cartas caíram em desuso, não deixo de, nas datas especiais do Ano, fazer/enviar cartões. Na Páscoa a tradição mantém-se. Vão ver por aqui esta semana e até ao próximo domingo vários exemplos de cartões feitos para esta data.

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